segunda-feira, 5 de abril de 2010

Crítica: Os Cavalos

Preciso escrever sobre isso. Necessito.

Li, há alguns dias, um texto extremamente perfeito com título de "Cavalos". Foi escrito por um autor iniciante, mas já dotado de um talento invejável: Gabriel Rossetti (vulgo meu amigo bixinho do mato).

A história é poética, cheia de características moderninhas e românticas, que se mistam de maneira tão sútil que por vezes é quase imperceptível a maneira como essa mistura acontece. O autor sabe trabalhar o romance assim como ele o é: amor extremo, finalidades aleatórias e surpresas. Entretanto, ao contrário da maioria dos escritores, ele tem uma qualidade impressionante: a de trabalhar as personagens de maneira tão divinamente humana que se confundi o que é real com o que é ficção.

Lá, do outro lado, no horizonte também morto do lago morto, viu essa tal pessoa ser massacrada. Ela era destroçada com total brutalidade, monstruosidade. Crueldade sufocante. Sua carne era separada do corpo, seus membros ficavam em pedaços. Ela era desfiada. A vida que parecia estar no cadáver que estava sendo assassinado.

Quando li a história a primeira vez, fiquei em dúvida se o que eu entendera era o que o autor gostaria de transmitir. E esta é só mais uma de suas inúmeras características: deixar uma incógnita. Bill não costuma dar fim a suas histórias por preferir que o leitor o faça por si mesmo. Não é limitado. (e eu tenho essa mesma mania linda)


A narrativa é em primeira pessoa (como se fosse cartas para outra pessoa), e é impossível não se identificar com a personagem principal. O modo doce e apaixonante como conta os acontecidos que a fizeram amar uma outra mulher, é espetacular. O leitor se envolve do ínico ao fim, sem conseguir deixar de ler uma única linha.

O mais interessante na história, é a maneira como o autor retrata as diferenças, tanto social, como política, cultural e econômica. As personagens que configuram o texto vivem realidades diferentes, mas isso não as impede de "viver" um amor ardente e verdadeiro.

- No verão, é só alegria! A primavera até que tem seu encanto. O inverno conserva sua tristeza, mas é aquele tipo de tristeza que nós curtimos em baixo de um cobertor, é nostálgico. É bom sentir nostalgia, às vezes. Mas o outono... É simplesmente triste. Não tem nada de bonito nessa tristeza. É dolorido.


Pois é, história gostosa, deliciosa, "pegaeugeral". Tive o prazer de ler em primeira mão. Parabéns pelo excelente trabalho textual Bill, obrigada por deliciar leitores com essa maravilha de texto.


PS: Quem tiver interesse em ler, não se faça de bobo, peça e logo atenderemos a sua solicitação (sim eu sou a empresária dele e vice-versa).

Boa semana meus amores, cuidem-se. Comentários são sempre bem vindos!

Foto da semana: Aninha e Bill, após uma sessão de conversas aleatórias que deram ideias para novo textos.

O que fazer??

Na semana passada fiz uma viagem com a família pro interior. Confesso ter imaginado que não seria lá uma viagem muita boa, uma vez que, haveria muitas pessoas concentradas num espaço não tão abragente. Entretanto, tamanha foi a minha admiração quando voltei para casa e percebi ter amado aquele passeio.



Não sei exatamente do que mais gostei em especial, mas, só o fato de ter quem a gente gosta por perto já é uma dádiva e tanto. As minhas primas são meio tontas às vezes, mas eu também sou, e isso facilita a convivência, os papinhos CAFONÉRRIMOS e claro, as maldades em conjunto. Aprontamos uma que me fez até sentir dor na consciências (o que durou pouco tempo). Comer um pacotinho de biscoito, usar a embalagem e colocar uma "delicious" foi demais pra mim, e a concorrência pra chegar primeiro. Oh God. Guerrinhas intermináveis que me fez lembrar aquela infância maluca.


Então, eu me pergunto: o que fazer?

Pois é, o que você faz quando percebe que não está totalmente certinho e que pode se enganar? Ou quando você precisa conviver com pessoas tão diferentes (em quase todos os sentidos) de você? É óbvio que se eu tivesse a resposta esse post não existiria (porque eu sou egoísta e não divido o meu conhecimento com ninguém HOHOHO). Mas, deixo a perguntinha para que você fiquei ai pensando.

E tem mais: chuvinhas intensas detonam a cidade. Políticos safadinhos continuam roubando, enquanto pessoas inocentes (nem sempre) vão pra cadeia. Injustiças prodominando. Planos não tão bons. O que fazer??????

Tenho medo... mas isso é normal.

Post bobo, mas, é pra isso que eu tenho o blog. bjo peoples.

PS: Fotinho da vez, Aninha indo a um jogo de Futebol e tirando fotos aleatórias. Pense nisso UAHUAHAUHAUAHUA

Deixa ser...

Nós sempre achamos que vamos viver uma vida inteira, e que vamos viver tudo de maneira excepcionalmente bem e feliz. E essa é uma das afirmações mais conclusivas e certas que podemos ter na vida. Ser feliz e viver a vida inteira assim não é um sonho, ou um estado suposto de "paraíso momentâneo", ao contrário, é algo que depende principalmente de nós. Do que compomos, do que criamos, almejamos e fazemos para se ter a vida que sonhamos.

Somos o que queremos ser e o que nos permitimos ser. Entretanto, para se atingir o maior estado de bem estar, precisamos de pessoas. Amigos, familiares, amores, companheiros, irmãos. São esses que nos dão força pra seguir em frente e não desistir jamais; nos dão conselhos plausíveis e sessões de risos que vão muito além da forma literária do simples "sorrir".

Ser, aprender a viver, crescer, amar e sonhar. Fatos e ideias que PRECISAM conitnuar existindo, ou o sentido de busca se perderá.

Tardes de cantorias ou games, viagens com a família pro interior, horas dentro de um carro, acordar cedo, comer, falar besteira, jogar truco e tranca, contar histórias aleatórias e piadas infames... fatos cotidianos aparentemente bobos, mas que fazem toda diferença para transformar de maneira positiva a nossa vida e a das pessoas que amamos.

Ontem, eu era uma menina maluca que adorava quebrar bonecas e fazer palhaças, e, é com muita satisfação que percebo que não mudei nem um pouco. A evolução não é somente a aprimoração ou crescimento da espécie, mas, o que a espécie adquire, transforma e acrescenta com o tempo.

Portanto, não há receita para se viver bem. A felicidade está dentro de cada um de nós, assim como todos os outros sentimentos e desejos. Cabe a nós estabelecer se queremos ficar numa boa, ou procurando mais problemas do que já temos.

É preciso aprender a apreender, conviver, fazer, estabelecer, crescer e blá blá blá. Não, esse testículo não tem a intenção de criar uma nova etapa de auto-ajuda, afinal, nós bem sabemos o que precisamos, não são ideias de outras pessoas que vão facilitar as coisas. Eu só queria mesmo dividir essa bagacinha com vocês, xuxuzinhos do meu Brasil varonil.

Obrigada pessoas, de verdade. Eu não seria a metade do que sou sem esses xuxuzinhos que tenho em minha vida.

Boa semana à todos! Que a força de Jedi esteja com vocês!


PS: Aproveitando pra dedicar esse testículo pra maninha Carol Kate Karolyne e a prima Letícia tinonino "ela merece". Feliz Aniversário meninas, felicidades.

Nem tanto...



Dramalões são sempre compostos de lágrimas, gritaria, resmungos, mimices, coitadices e outras lorotinhas. Mas, a verdade é que, independente de toda essa parte nada positiva, ninguém vive sem uma boa dose de choramingos, certo?

Já imaginou se fossemos extremamente sérios e anti-dramalhão? Genteeeem, a graça iria se reduzir muito. Quem nunca riu de uma cena como:

"Oh, a minha vida é tão TRISTE. Quebrei a minha unha e meu cabelo está horrível. Eu sou a pessoa mais ridícula do mundo".
Ou quando um amigo seu fez uma tempestade num copo d'água por algo completamente idiota?

Pera ae, OI???? Há problemas piores que a sua unha rosa-choque ou o seu cabelo louro-cintilante. Acontece que tudo aquilo que criticamos nos outros, também faz parte da gente, seja por um minuto ou boa parte de nossas vidas. Somos o excesso. Seja nas emoções, nas atitudes, nas vontades (vaidade/egocentrismo)... vivemos em constantes explosões!

Não posso dizer que sou uma pessoa fria e controlada, tampouco, que sou legal e sensacional. Poxa, estamos falando de uma garota de 18 anos que nem sabe direito o que quer da vida, e pior, que tem que aturar muiiita gente chatenha (inclusive ela mesma). Eu seria uma deusa se conseguisse deixar de rir em momentos inadequados, se conseguisse fingir não ver coisas que me desagradam, se sorrise pra todo mundo mesmo que não quisesse, se não gritasse quando sentisse raiva, ou chorasse por um motivo qualquer.

Mas, agora falando de igual pra igual: "se" isso e "se" aquilo não nos leva a lugar nenhum. "Se" é um quase lá, algo indeterminado, interminável . E se tem uma coisa que não gosto são de pontos soltos sem finalidade.

É inegável pra todo mundo que estamos sempre em busca de algo. Seja do tênis pra dar um passeio e/ou a apostila do cursinho, ou mesmo um sonho de infância, uma graninha a mais no fim do mês blás. Estamos mesmo correndo atrás, não nos contentando com o que já temos. Isso faz parte de 3 conceitos muito importantes:
o de ambição, percepção e força de vontade.

Já me testumunhei fazendo um escandalo por supeitar que alguém comera meu chocolate, quando na verdade, eu o deixara em cima de um livro e me esquecera completamente. Sem contar quando chorei pura e simplesmente por causa de um jogo do meu time do cuore (dale timão). TPM? Estresse? Frescurite? Não sei, cada um dá um rótulo. O que sei é que no momento em que sentimos esse turbilhão de emoções se aflorando, não estamos nem ligando para o que vão pensar ou o porquê de agirmos de tal forma. Admito ser um pouco egoísta, mas, quem não é?

Gosto de tudo certinho, perfeitinho. Reclamo se regras são desfeitas, quando, eu mesma sou péssima em cumprí-las. Odeio quem chora à toa, e sou uma das pessoas mais choronas do mundo. Pois é amigos, buscamos a perfeição, mas não somos nem de longe perfeitos.

O legal é reconhecer isso, acredito que já seja um passo dado. Mas dar passos aleatoriamente não o enriquece como pessoa, ok? Lembre-se disso. Conhecer lugares novos é ótimo, mas ter meta e direção é imprescindível para se chegar onde deseja (ou não, ainda não descobri uahaua).

O fato é que precisamos do bom e fodástico dramalhão. Se você ainda não aderiu a essa coisinha linda na sua vida, está perdendo tempo. Venha amigo, venha para o lado do bem, onde a força emana e as lágrimas também. Não seja careta, seja cafona (é muito mais legal).

E por hoje vou terminando aqui. Semana que vem tem mais, tô planejando algo sobre amores platônicos. E comentem nessa budega, ou já sabem, né? Aiiin, eu amo a democracia do meu blog. Bjones.

PS: Fotinho da vez: Aninha com 13 anos... ouuuuuun